quinta-feira, fevereiro 23, 2017

O Método da Necrose


África e o Médio-Oriente, sobremaneira, têm vindo a tornar-se autênticas fábricas de produção de refugiados em larga escala. Se pegarmos num mapa-mundi e confrontarmos as regiões mais exportadoras desse novo produto de desestabilização global constataremos que coincidem com os espaços de acção e intervenção da chamada "revolução democratizante", geralmente executada sob a bênção legal, o beneplácito militar e a propagandalha assanhada da famigerada "comunidade internacional".  É indesmentível que, do ponto de vista do principal agente infeccioso, a "revolução democrática" constitui um upgrade providencial à "revolução socialista". Nesta, as vítimas permaneciam  encarceradas e hermeticamente confinadas aos laboratórios experimentais; naquela, bem pelo contrário, vêem-se, brutal e desenfreadamente, expelidas para fora deles. Como chegaram a esta ideia tenebrosa? Ao que tudo indica, apenas recuperaram a ideia inicial: o inferno imposto só funciona de feição se abarcar todo o planeta. A infernização ou é geral ou sucumbe à contra-infernização. Portanto, em vez de manter o gado incubado em parques herméticos, há, isso sim, que dispersá-lo de modo a infectar e criar condições para a infernização de todas as regiões humanas. Donde emergiu esta bestialidade? Parece que aconteceu quando os gestores e doutores frankensteins do inferno soviético se viram, súbita e abruptamente, destituídos das suas batas e seringas, e transformados em refugiados. De como se transplantaram, de armas e bagagens, para a América do Norte e, daí, lenta mas cavilosamente, trataram de reanimar a monstruosidade, a História conta. Só que, coitada, passou à clandestinidade.

PS: Já vamos na "Descolhonização 3.0". E os resultados, invariavelmente trágicos e sanguinorreicos, continuam os mesmos. Por conseguinte, não se trata de lapso recorrente ou sequer estupidez compulsiva: é mesmo um método.

6 comentários:

Um Jeito Manso disse...

Nada do que escreve faz sentido mas, enfim, faz parte do estilo. O pior é aquilo do 'socumbe'.

Ora queira lá sucumbir para não desilodir os admiradores.

(E, pf, não publique o comentário que este é só para si)

Vivendi disse...

E quando é método... tem dedo, ou melhor nariz.

muja disse...

Já nem é método, diria eu; é toda uma forma de vida; ou morte...

Maria disse...

Deixo um assunto aparentemente fora do tema, mas afinal não tanto porque tudo isto anda interligado.

Um jornalista de investigação, alemão, publicou há alguns anos um livro a denunciar a falsidade do holocausto (minúscula inicial no vocábulo, porque este, tanto quanto "genocídio", é um substantivo comum e não próprio) e sobre o domínio não só político mas também em todas as áreas da sociedade, que os E.U. exercem sobre a Alemanha a mando do judaísmo-sionisto mundial. Recentemente voltou a escrever sobre o tema para denunciar as mesmas mentiras e os afrontosos ataques que não cessam sobre as culpas antigas (nazistas) do povo alemão pelo suposto assassinato de milhões de judeus na última guerra, com a colaboração implícita da comunicação social falada e escrita do seu país.

Pois este jornalista, dias depois da sua última tomada de posição e denúncia corajosa e patriótica em defesa do seu povo, que considera inocente das culpas que o sionismo lhe quer atribuir à força, apareceu morto... Segundo as notícias ele faleceu de ataque cardíaco... e sendo um homem relativamente homem novo, creio que de 54 anos, não era de se antever semelhante e súbito fim trágico. Os culpados, que o queriam calar de vez fingindo nada ter a ver com o caso (como é a regra sobejamente conhecida em casos que tais), começaram logo a sacudir a chuva do capote dizendo sub-reptìciamente e com a ajuda novamente da comunicação social em peso, que o homem tinha problemas de coração e já havia sofrido alguns leves AVC's...

Pois, lá como cá, porém com outros contornos como convém para baralhar as hostes. Lembremos o que aconteceu ao infeliz Mota Pinto que morreu repentinamente em resultado de algo que havia ingerido ao jantar e que lhe tinha perfurado os intestinos, isto depois de a refeição tomada ter sido normalíssima e a escolha na ementa a que estava habituado, porém as notícias, para ajudar ao encobrimento do acto ignóbil, vieram de imediato dizer que ele - segundo a família Mota Pinto sempre fora ultra saudável e nunca havia estado doente - já tinha tido problemas anteriores de intestinos... O que é certo é que ele fazia muita sombra a Soares, tal como Sá Carneiro havia feito, essa é que é essa. E a Soares, que sempre quis ser o único dono disto tudo, como veio a ser, uma tal partilha de poder seria inadmissível...

A mesma tragédia aconteceu a outras personagens menos conhecidas, como o dono do Cessna que explodiu com Sá Carneiro a bordo (mais uma vez a mão invisível de you know who, para evitar o que ele pudesse vir a revelar), que apareceu morto em casa junto da namorada e também após ambos terem jantado ovos com batatas fritas...


Obs.: Citei de memória o assunto do jornalista alemão e não anotei o seu nome, aliás difícil de fixar, mas hei-de voltar a ler a notícia para posteriormente aqui o deixar.

Maria disse...


Udo Ulfkotte, a former editor (until 2003) of the Frankfurter Allgemeine Zeitung who revealed in his 2014 book Gekaufte Journalisten (to be published in translation later this year as Journalists for Hire: How the CIA Buys the News) was found dead a few days short of his 57th birthday, reportedly of heart-failure, on 13 January 2017.


Mais do que deixar o nome do jornalista alemão citado, aproveito para colocar um dos parágrafos que lhe dizem respeito e que vale mais do que mil palavras sobre o domínio dos E.U. sobre a Alemanha e de como, atravéz da CIA, esta controla toda a comunicação social neste país e já agora em todas as democracias à face da Terra.

Leiam o resto, que vale bem a pena.

skeptikos disse...

E já repararam como o Norte de África e Médio Oriente têm um QI médio de 80/85. Comparativamente, os europeus com QI médio de 100/105... será que o suposto "gado" libertado para suposta integração por toda a europa não terá como consequência uma sociedade mais ignorante, crédula e/ou submissa num futuro próximo? Será esta a verdadeira intenção das chamadas "elites"? Uma desevolução?